Não entendeu o professor? Esta com duvidas? Quer ouvir mais explicações? Esse é o local certo para sanar suas duvidas. Á baixo três vídeos, sobre a concentração de soluções, assunto da prova de Química, desta Sexta-feira. Abraços e bons estudos...
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Meningite
Meningite e Dengue sabe a diferença?
A TV ITAPOAN fez uma pesquisa nas ruas e foi comprovado que a população Baiana, por falta de conhecimento, e instrução não sabe a diferença, olhe o vídeo:
Com essa preocupação resolvemos criar esse post falando sobre a meningite e esclarecendo todas às duvidas através de uma entrevista e com o texto abaixo:
A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados. Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.
A transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.
A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge 50% quando a infecção alcança a corrente sanguínea e é este um dos motivos da importância do tratamento médico. Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele (que são inicialmente semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue) são alguns dos seus sintomas.
A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida, pode levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.
Geralmente a incidência da doença é maior em países em desenvolvimento, especialmente em áreas com grandes aglomerados populacionais. Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio.
Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.
Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes.
A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge 50% quando a infecção alcança a corrente sanguínea e é este um dos motivos da importância do tratamento médico. Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele (que são inicialmente semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue) são alguns dos seus sintomas.
A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida, pode levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.
Geralmente a incidência da doença é maior em países em desenvolvimento, especialmente em áreas com grandes aglomerados populacionais. Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio.
Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.
Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes.
E lembre-se: nunca use remédios sem prescrição médica.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Fonte e creditos do texto: http://www.brasilescola.com/doencas/meningite.htm
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A Dengue esta de volta, abra o olho...
O numero de casos de dengue vem crescendo assustadoramente em todo país. Só no nosso estado, neste ano, já foram registrados mais de 6.580 (SEIS MIL E QUINHENTOS E OITENTA ) casos de dengue com 3 mortes.
Veja a situação da dengue nas principais cidades da Bahia:
Com base nesses preocupantes fatos o governo do estado vem intensificando as ações para evitar a transmissão da dengue.
Para piorar nossa situação foi descoberto um novo tipo de dengue na Bahia o tipo quatro:
Bahia alerta para risco de epidemia de dengue tipo quatro:
A Secretaria da Saúde da Bahia admitiu nesta terça-feira que o estado pode ter uma nova epidemia de dengue este ano. O alerta foi feito pelo chefe de gabinete, depois de confirmado esta semana um novo tipo da doença: dois homens foram diagnosticados com dengue tipo 4 em Salvador.
Os homens que foram infectados são moradores dos bairros de Tancredo Neves e Cosme de Farias e já estão curados. Esse tipo de dengue é menos agressivo nunca havia sido registrado na Bahia.
A dengue tipo 4 foi identificada pela primeira vez no Brasil em julho do ano passado, em Roraima.
Nesta terça-feira, durante uma coletiva à imprensa, o Secretário Municipal da Saúde disse que o trabalho de prevenção não para em Salvador.
- Trabalhamos o ano todo porque o mosquito também atua o ano inteiro. O que nós fizemos foi intensificar o trabalho nas áreas onde ocorreram os casos e tentar estender a toda a cidade - diz Gilberto José, Secretário Municipal da Saúde.
Em toda a Bahia - de janeiro até o último dia 12 - foram notificados 9.584 casos de dengue. Três pessoas morreram, nas cidades de Jequié, Madre de Deus e Porto Seguro. No mesmo período do ano passado foram registrados 11.679 casos, com quatro mortes.
A Secretaria Estadual da Saúde, que pede empenho da população para combater o mosquito e não descarta o risco de uma epidemia.
- É provável que possa ocorrer epidemia, então a nossa luta é trazer à população novamente a proposta da atitude, do agir perante a dengue - destaca Washington Couto, chefe de gabinete da Secretaria Estadual da Saúde.
Portanto, devemos continuar com a prevenção da Dengue na nossa casa, a baixo deixarei algumas dicas de como ficar livre do Aedes aegipty.
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